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Uma operação de transferência aérea mobilizou equipes do SAMU e Corpo de Bombeiros em Muriaé para o transporte de um bebê em estado grave rumo à capital mineira. Devido à complexidade do quadro clínico e à distância entre as cidades, a utilização de uma UTI aérea foi definida como a estratégia mais segura para garantir a estabilidade da paciente durante o trajeto.
Em entrevista à Rádio Muriaé, o médico Dr. Douglas de Araújp explicou que a gravidade do caso exigia cuidados intensivos imediatos. “É uma criança que depende de cuidados intensivos e precisa de uma UTI para ser transportada. Devido à distância de Muriaé para Belo Horizonte, o meio mais viável e seguro é a via aérea, para trazer um transporte mais rápido”, afirmou o especialista.
A criança, de apenas um ano e meio, já possui uma comorbidade de base relacionada à deficiência de uma enzima (acetil-CoA) e, no momento, enfrenta complicações severas, incluindo um quadro de pneumonia que evoluiu para sepse de foco pulmonar. Além disso, foram detectados um derrame pericárdico e acúmulo de líquido na cavidade abdominal (ascite), fatores que demandam investigação aprofundada em um centro de alta complexidade em Belo Horizonte.




