História de Bruno Farinazzo, profissional da Energisa Minas Rio, destaca importância da inclusão e da qualificação no mercado de trabalho
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Celebrado nesta segunda-feira (21), o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência reforça a importância da inclusão e da ampliação de oportunidades no mercado de trabalho.
Um exemplo dessa trajetória é o de Bruno Farinazzo, atual coordenador de Planejamento e Qualidade de Energia da Energisa Minas Rio. Ele ingressou na empresa em 2009, como estagiário, após concluir o ensino técnico. Na mesma época, recebeu o diagnóstico de perda auditiva bilateral.
Inicialmente, o diagnóstico trouxe insegurança sobre o futuro profissional. Com apoio da família, acompanhamento médico e suporte da empresa, Bruno decidiu investir na própria formação.
Depois do curso técnico, concluiu graduações em Engenharia de Produção e Engenharia Elétrica e, posteriormente, realizou um MBA em Gestão Empresarial com bolsa de estudos da Energisa.
Ao longo da carreira, passou por diferentes funções, como eletricista e técnico de medição, analista técnico comercial, supervisor de Medição e Perdas e engenheiro de Processos, até assumir a atual posição de coordenador.
“Com o tempo, percebi que a deficiência não precisava ser um limite. Passei a focar naquilo que estava ao meu alcance: estudar, me desenvolver e aproveitar as oportunidades que surgiam”, afirma.
Além de ações de capacitação, a Energisa mantém um banco de talentos exclusivo para pessoas com deficiência. Para a consultora de RH Jane Evangelista, a inclusão deve valorizar as competências e o potencial de cada profissional.
“A inclusão começa quando enxergamos as pessoas por suas competências, talentos e capacidade de crescimento”, destaca.
Os interessados em oportunidades na empresa podem cadastrar seus currículos no portal de carreiras da Energisa.