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O programa Viver Bem recebeu a nutricionista Giovana Titonelli para celebrar um ano do Protocolo Peso Ideal, desenvolvido na Clínica Delpenho. O método, que nasceu como Projeto Verão, cresceu, ganhou estrutura multidisciplinar e hoje tem transformado a vida de muitas mulheres em Muriaé.

Para contar essas histórias, Giovana trouxe duas pacientes queridas: Carol e Grazi. Mulheres comuns que decidiram dar o primeiro passo em direção à saúde e ao autocuidado.

Carol, cabeleireira, foi a primeira paciente do projeto. Quando começou, em setembro do ano passado, pesava 14 quilos a mais e se sentia cansada, sem disposição. “Eu estava parada, treinava uma vez na semana e olhe lá. Quando a Giovana me convidou, pensei: é agora ou nunca”, contou.
Poucos meses depois, já tinha eliminado sete quilos e meio, e o que era um projeto verão virou um projeto de vida. “Passei o Natal diferente, mais leve, mais feliz. Eu queria isso pra minha vida”, relembra.

A jornada de Grazi, advogada, começou em maio deste ano, motivada pelos resultados da amiga. Ela fala com sinceridade sobre o momento em que decidiu mudar. “Eu estava cansada de prometer e não cumprir. Em abril foi o fundo do poço. Conversei com a Carol, confiei e fui.”
O resultado impressiona: 30 quilos eliminados e uma transformação que vai muito além da balança. “Recuperei minha autoestima, minha autonomia e meu corpo. Um corpo leve é completamente diferente de um corpo cansado e sedentário”, contou.

Giovana reforça que o segredo está na estrutura completa do tratamento, que envolve acompanhamento com nutricionista, endocrinologista e equipe técnica. “Hoje existe tratamento eficaz para a obesidade. Não é estética, é saúde. E ver a vida dessas mulheres transformadas é motivo de celebração.”

As mudanças vão além do físico: hábitos alimentares, rotina de treinos e até o ambiente familiar foram impactados. “A família da Carol mudou junto. Hoje ela malha todos os dias, corre aos domingos, e o marido e os filhos seguiram o exemplo”, comentou Giovana, orgulhosa.

As duas pacientes destacam que o medicamento Monjaro, usado com acompanhamento médico, foi apenas um apoio no processo. “O remédio ajuda, mas a mudança de mentalidade é o que faz a diferença. Hoje, comer bem é um prazer, não um sacrifício”, diz Carol.

Giovana também faz um alerta: o uso sem orientação pode ser perigoso. “A medicação é um suporte, não uma solução isolada. É preciso acompanhamento e novos hábitos, porque uma hora o remédio acaba e o que fica são as escolhas.”

Um ano depois, o protocolo da Clínica Delpenho se consolida como um símbolo de transformação. São mulheres que redescobriram o prazer de viver, a alegria de se olhar no espelho e a confiança para seguir em frente. Como define Grazi, ao relembrar sua trajetória: “Eu não quero reencontrar os quilos que perdi. Eu quero reencontrar só a minha melhor versão.”

 

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