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Na tarde desta quarta-feira (03), um casal residente na zona rural de Carangola foi vítima de um violento assalto praticado por três homens que se passaram por agentes da polícia. De acordo com o relato das vítimas, os criminosos chegaram ao local em um veículo escuro equipado com giroflex e vestiam roupas com inscrições policiais, afirmando investigar uma suposta denúncia de posse ilegal de arma de fogo.
Logo após entrarem na propriedade, os indivíduos anunciaram o assalto e agrediram o casal, utilizando arma de fogo, golpes físicos e uma máquina de choque. As vítimas foram imobilizadas, algemadas e trancadas em um cômodo da residência.
Os autores reviraram toda a casa em busca de dinheiro e objetos de valor e fugiram levando pertences diversos, além de uma quantia significativa em dinheiro que estava escondida no veículo da família.
Após conseguirem se soltar, o casal buscou ajuda e acionou a Polícia Militar, que iniciou imediatamente um plano de cerco e bloqueio. Pouco tempo depois, câmeras de videomonitoramento registraram os suspeitos fugindo pela rodovia que liga Carangola a uma cidade vizinha.
Durante a operação, equipes policiais avistaram o carro usado no crime já no município de Muriaé. Os ocupantes desobedeceram à ordem de parada, avançaram contra a viatura e deram início a uma fuga em alta velocidade, colidindo contra vários veículos ao longo do trajeto pelo bairro Dornelas.
A perseguição terminou quando o automóvel utilizado pelos criminosos ficou danificado após uma colisão frontal com a viatura de PM. Dois homens desceram e fugiram a pé pelo bairro Napoleão.
No interior do carro abandonado foram encontrados diversos materiais utilizados e possivelmente subtraídos no crime, além de itens que reforçam o modus operandi dos autores, como roupas com identificação policial e equipamentos eletrônicos. Parte dos bens roubados não foi recuperada.
A Polícia Militar segue em rastreamento contínuo para localizar os envolvidos, contando com apoio de unidades especializadas e de cidades vizinhas. A investigação aponta que o grupo pode estar ligado a outro roubo ocorrido anteriormente na zona rural, praticado com o mesmo método de falsos policiais.





