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A diretoria do Nacional Atlético Clube (NAC), reuniu a imprensa de Muriaé na tarde desta segunda-feira (3), para prestar esclarecimentos sobre a turbulência que o clube passou nesta temporada, culminando inclusive, com a queda do clube para a 2ª divisão do Campeonato Mineiro. A entrevista serviu também falar sobre a venda da SAF do clube e para apresentar o bom momento que as categorias de base do clube atravessa.
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O presidente Cândido José Monteiro de Castro destacou a brilhante classificação do Nacional para o Campeonato Mineiro sub-20 da 1ª divisão. A equipe se classificou em 3º lugar, após um empate de 1 a 1 e uma vitória por 3 a 1 sobre o Minas Boca:
“O reflexo disso está aí nós estamos aí com sub-20 na primeira divisão do mineiro e o sub 15 e 17, nós não conseguimos, mas permanecemos na série B, e estamos com o sub-14 disputando o hexagonal final. Disputando com cruzeiro, com américa e com o atlético. Desde que assumi deixei claro para minha diretoria que não existe futebol sem formar jogadores. A base sempre foi primordial no meu trabalho.s empre pensei na base em 1º lugar.”
Sobre a venda da SAF do clube, Dr. Candido disse que o assunto agitou a cidade, que aconteceram reuniões mas não foi adiante:
“Houve consultas, tivemos algumas tratativas, mas como toda negociação, não foi possível concretizar a SAF da maneira que a gente gostaria. Então nós encerramos o assunto com a pessoa com quem estávamos negociando. Mas existem sim outras pessoas interessadas, outros empresários interessados que estão vindo, nós estamos conversando e na hora que tiver certo, concretizar, o torcedor ficará sabendo.”
O presidente do NAC falou sobre a queda para a 2ª divisão no seu primeiro ano à frente do clube:
“2025 foi um ano foi muito ruim. Não ter conseguido subir e pior, ter caído. Nós precisamos de um investimento bom no clube. Nós temos uma estrutura muito boa, mas nós precisamos de um investimento para o futebol. Esse investimento está sendo feito na base. Eu não vejo conseguir um acesso sem uma base sólida. Se nós não tivermos essa mentalidade de fazer, de enxergar o clube como uma empresa, como um negócio, nós não vamos conseguir chegar na primeira divisão.“
Sobre patrocínio financeiro para a disputa do Campeonato Mineiro, o presidente foi claro ao dizer que por mais que o clube tenha um leque de patrocinadores muito grande, são patrocínios pequenos, não é suficiente para bancar um campeonato:
“Um campeonato módulo 2, um campeonato curto, ele fica caro, ele é em torno de 1 milhão e 200 mil reais, ou mais. Não conseguinhos tirar isso em patrocínio e nem com os aluguéis que nós temos. Então acaba onerando o clube e a gente não consegue, às vezes, fazer contratações que seriam importantes para você conseguir subir.”
Sobre a participação do Nacional no Campeonato Mineiro da 2ª divisão, o presidente disse que a participação não está oficialmente confirmada:
“Não, ainda não. A ideia é que participe sim, mas cravar não porque vai depender de muita coisa. Se as coisas caminharem da maneira que a gente acredita que vai acontecer, a ideia é sim. Mas pode acontecer no meio do caminho algum problema que a gente não consiga participar. Então, sim, vai depender muito dos próximos passos, do que vai acontecer daqui para frente.”
