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Foto/Reprodução: Marcelo Lopes

O Delegado da Polícia Civil de Minas Gerais em Cataguases, Conrado Rodrigues Guedes, responsável pela investigação do caso da mulher que envenenou o marido e enteado revelou que a morte da mulher pode ter sido causada pelos ferimentos que ela fez no próprio corpo, e não pelo veneno.

Ainda segundo o Delegado, o pai está estável e sem sedação, enquanto a criança também evoluiu o estado de saúde, mas ainda necessita de cuidados específicos.

Relembre o caso

De acordo com o registro hospitalar, por volta das 15h45, o homem deu entrada na unidade levando o filho em parada cardiorrespiratória. A criança foi imediatamente levada para a UTI em estado gravíssimo. Pouco depois, às 16h25, o pai começou a convulsionar na sala de espera, também com sinais compatíveis com envenenamento, e foi internado em estado grave.

Às 17h, a companheira foi levada ao hospital por seu filho, apresentando cortes nos pulsos, no pescoço e no tórax, além de sintomas de intoxicação. Segundo relato do filho da mulher, ele foi alertado por uma vizinha sobre a situação de saúde do companheiro e da criança. Ao ir até a residência da mãe, no bairro Dico Leite, a encontrou inconsciente e acionou o socorro.  Ela chegou a ser socorrida, mas morreu na segunda-feira (14).

A polícia investiga a possibilidade de que o feijão tenha sido contaminado com chumbinho, um produto clandestino e altamente tóxico, geralmente usado como veneno para ratos.

Fonte: Marcelo Lopes

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