Agentes da CORE auxiliando as investigações deflagradas pelo GAECO - Foto: Arquivo Rádio Muriaé

O vereador afastado, Carlos Delfim foi condenado a 5 anos e 4 meses em regime aberto. A sentença foi proferida pela Comarca de Muriaé, onde corre o processo em 1ª instância.

Segundo a sentença, também foi revogado o uso de tornozeleira eletrônica e a prisão domiciliar. Ele terá que prestar serviços comunitários e pagar um salário mínimo. A decisão cabe recurso.

Em nota, a defesa de Delfim informou que discorda em partes da sentença condenatória e realiza recursos cabíveis para a absolvição de seu cliente.

Entretanto, o processo interno que circula na Câmara Municipal referente a cassação do vereador, segue à parte. Nesse momento, devido a uma liminar emitida pela defesa, o processo encontra-se parado, aguardando a liberação da justiça.

Sobre o caso

De acordo com as investigações, Delfim exigiu, diretamente, no exercício do cargo, vantagens indevidas à então assessora da Diretoria Legislativa da Câmara de Vereadores, entre fevereiro de 2014 a janeiro de 2016.

Segundo o MPMG, durante as investigações, foi apurado que a ex-assessora foi coagida a repassar mensalmente mais da metade dos seus vencimentos ao parlamentar, que a obrigou a contrair um empréstimo de R$ 8 mil, parcelados em 36 meses.

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